Várias pesquisas já abordaram a discórdia da privatização da Pedagogia Pública no Brasil e em outras partes do mundo. Essas obras tentam enfatizar o progresso da coerência de mercado no setor educativo. O papel de organizações internacionais como o Banco Mundial ou o Fundo Numismata Externo (FMI) nesta investida neoliberal vem sendo largamente ponderado. Neste texto, teremos uma prospectiva distinto, concentrando-nos na avaliação da indefinição das fronteiras entre público e individual.

Analisamos essa ingerência do ponto de ideia histórico, destacando que a pedagogia brasileira constantemente foi instrumento de disputas de quantidade entre distintos categorias sociais. Alguns lobbies promoveram o começo de um rico setor individual (denominacional e comercial ) durante do século XX.

Não obstante, no nível do treino superior, o setor individual, embora de uma atual expansão quantitativa, treina especialmente crianças das classes média e baixa. Os filhos das elites freqüentam a faculdade pública.

Pedagogia Primária e Secundária

Eles se beneficiam da qualidade da pedagogia no site do fies 2019 recebida no setor individual, ao longo a sua pedagogia primária e secundária, para mudar no exame de admissão altamente seletivo para a faculdade pública ( inicial ). Esse texto tenta, por um lado, ver quem se ajuda com essa indefinição de fronteiras e, por outro lado, evidência como essa ingerência é a essencial alça para a preservação das desigualdades educacionais no Brasil.

O dificuldade da correlação entre pedagogia pública e privada é único neste país, na providência em que é robusto a uma texto rigorosamente dobro (o individual para as elites e o público para as classes trabalhadoras) válido em mais contextos nacionais.

A primeira parte deste texto trata da correlação entre escolas públicas e privadas no Brasil do ponto de ideia histórico. A segunda parte é dedicada à evolução das matrículas escolares nos distintos setores ao longo a última dez. O setor individual fortaleceu sua figura e nos dias de hoje parece apreciar do oportunidade especial da imagem de elite no nível básico e afluente.

A terceira parte do texto será dedicada à avaliação do primeiro quarto enfraquecimento das fronteiras entre os setores público e individual. Além do financiamento público sóbrio da pedagogia privada, são observados mais mecanismos mais sutis, como a compra pelo setor público de materiais educativos fabricados pelo setor individual (chamados no Brasil apostila), ou professores acumulando cobranças. em os dois os setores.

A dualidade histórica do sistema educativo brasileiro

O processamento de escolarização no Brasil começou em 1549 com o desembarque da primeira campanha colonial enviada pela Coroa Portuguesa. Com os colonos, artesãos e soldados, esta campanha trouxe seis jesuítas (quatro sacerdotes formados em teologia na Faculdade de Paris e 2 estudantes em teologia).

De imediato depois de o seu desembarque, os jesuítas iniciaram a sua missão educativa fundando escolas para os índios ( em singularidades para ensinar-lhes ofícios manuais) e colégios para a embrionário elite agrária de origem portuguesa. A biombo entre escolas para crianças desfavorecidas e recurso para a elite marcará permanentemente a história da pedagogia no Brasil nos próximos séculos e se traduzirá em um sistema dobro de pedagogia.

Financiamento para escolas e recurso jesuítas foi certificado por meio do dízimo fechado pelos Cavaleiros Templários em Ingerir, Portugal. Esse financiamento foi uma subvenção privada. Dessa maneira, as instituições educacionais jesuítas no Brasil eram instituições religiosas, mantidas pela escola privada e servindo aos juros do Estado.

Ao longo duzentos e dez anos (1549-1759), os jesuítas foram responsáveis ​​ pela pedagogia na colônia portuguesa do Brasil, desenvolvendo uma pedagogia dobro. Por um lado, a pedagogia execução e utilitária foi fornecida para os filhos de índios e trabalhadores agrícolas ( academia primária). Por outro lado, um treino principal, por meio de das recurso, preparou os descendentes da elite para a procura de seus pesquisas na Europa, e para exercer sua ofício de direção esperteza da colônia.

A expiração dos jesuítas no Brasil pelo Marquês de Pombal em 1759 ocorreu num entrecho lesado pelo progresso das idéias do Iluminismo em Portugal, pelas tentativas de levar o país do feudalismo, e do atração física de para entrar no sistema rica europeu. Este despejo criou um fracassado, já que, por aproximadamente 3 quartos de século, o país permaneceu quase sem pedagogia primária. E foi somente cinco anos após a proclama da prosperidade que a princípio maior parte de 1827 previa o determinação de escolas primárias.

Se houvesse um fracassado na pedagogia básica das crianças do burgo, que não dizem respeito à disposição de crianças da graduação reinante, que beneficiaram da figura de tutores nas fazendas, para prepará-los para o pesquisa em Universidades portuguesas e francesas.

Além disso, a prosperidade esperteza (1822) e o movimento republicano (1870), em um entrecho de importação das idéias liberais da França e dos Estados Unidos da América, abriram as portas do país para intervenções educativas privadas, sejam elas seculares ou relacionadas a instituições educacionais religiosas, católicas e protestantes.

Os jesuítas retornaram ao Brasil em 1842 e retomaram suas atividades educacionais, financiadas pela demanda de uma tarifa aos estudantes. Ao mesmo tempo, o presbítero de São Paulo, Habilidade Antonio de Melo, tirou um forte súplica às congregações de mulheres estrangeiras para fazer-se recurso para novas.

Sistema educativo brasileiro
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